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Categoria 'Artigo'

A diferença entre Webalizer, Awstast e Google Analytics

Este post é uma reprodução

traduzida deste post (créditos ao autor!)

” Aqui estou dando uma boa analisada sobre os 3 dos mais populares programas geradores de estatísticas da internet – Webalizer, Awstast e Google Analytics. Como você provavelmente já sabe, existe algumas diferenças entre os 3. Primeiro de tudo, o Google analytics é um programa de estatisticas a parte, ou seja, você tem que instalar um código nas páginas de seu site para conseguir receber estatisticas. Enquanto com o Webalizer e o Awstats, você deve instalar localmente em seu servidor ou solicitar ao provedor de hospedagem para que façam isso, se eles ainda não fizeram.

Primeiro vamos dar uma olhada nas estatisticas que peguei de um site, mostrando resultados nestes 3 diferentes geradores, considerando que cada um deles está configurado para aceitar cada visitante como um novo visitante, caso ele retorne ao site após 1800 segundos após sua última visita ao site.

É óbvio que existe uma grande diferença nos resultados das estatisticas acima. Existem várias razões para que essas diferenças aconteçam. Como podemos ver, o Webalizer mostra mais do que o dobro de visitantes do que os outros programas (estas são visitas geradas por máquinas de busca “search engine bots”).

Isso é o que faz a configuração do Webalizer ser tão pobre. Para escapar desses erros, leia este outro artigo. As estatisticas mostradas pelo Google e Awstats, diferem em 23% no dia 18 e 2 % no dia 19.

Essas diferenças acontecem quando o tempo de visita a cada página é muito rápido. Isso pode parar o download do código do Google analytics antes de registrar a visita. Assim você deve considerar que o Google Analytics leu a 3/4 do código instalado na sua página, e pode não ser capaz de dar a informação sobre imagens que você usa, mas que estão hospedadas em outros sites.

O exemplo acima mostra que o Awstats está sendo o melhor dos 3 para gerar estatisticas. Por outro lado, o Awstats está lendo in Perl, o que pode causar problemas sérios quando trabalha com large log files.

O Google nos passa informações pobres sobre palavras chaves procuradas que encaminham para seu site, e não pode lhe dar nenhuma informação sobre os engine spider’s que “visitam” seu site.

Se o Webalizer não estiver configurado, ele não vai lhe passar a maioria dos raw log file na analise.  Se você tirar um tempo para configurar o Webalizer, você não estará apto a receber qualquer informação sobre search engine crawler’s activity. Webalizer trabalha muito mais rápido do que Perl script.

Então se você imaginar qual desses 3 é a melhor escolha, você deve analisar com cuidado a configuração do seu site e do seu provedor de hospedagem.

Written for pc-os-reviews.blogspot.com by Nate Sharon – system administrator.

Uso das ferramentas de busca deu 1 salto depois da banda larga

Quase a metade dos americanos online (49%) utiliza ferramentas de busca em um dia normal, diz uma pesquisa divulgada ontem pelo Pew Internet and American Life Project. É um salto em relaçao a 2002, quando o percentual estava em torno dos 30%. Com esse crescimento, a utilizaçao de ferramentas de busca, em 2o no ranking das atividades online mais praticadas diariamente, está mais próxima do uso do email, que tem 60%, veja o gráfico abaixo.

De acordo com o estudo, os que usam as ferramentas de busca diariamente estao nas classes sociais mais altas, tem alguma formaçao superior e renda acima de USD 50 mil por ano. Sao experientes no uso da internet (estao online há pelo menos 6 anos) e têm banda larga em suas residências. Na avaliaçao por idade, os mais jovens sao mais inclinados a usar as ferramentas de busca. Na analise por gênero, os homens usam mais que as mulheres.

Ao investigar as razoes pelas quais o uso das ferramentas de busca deu este salto, o Pew indica que o acesso por banda larga parece ser o fator mais influente. Segundo o relatório, “estudos anteriores já mostraram que quando um usuario faz upgrade para banda larga em casa ele tende a se voltar primeiro para a internet quando tem uma pergunta – e agora está muito mais inclinado a recorrer a uma ferramenta de busca para encontrar a resposta”. A integra do relatório pode ser baixada aqui, em pdf. Blue Bus

Faça seu site trabalhar com você

Em época de crescimento do marketing online, é cada vez mais crucial as empresas investirem em sites que agradem ao usuário.

É difícil admitir os próprios erros. Contudo, mais complicado ainda é reportar erros dos quais nem imaginamos, como, por exemplo, os presentes em nossos websites. Pensando nisso, uma reportagem especial sobre o assunto foi escrita pelo publicitário Steve McKee e publicada no site da Business Week, no último dia 9 de junho.

Na reportagem, McKee ressalta que as empresas, sobretudo as de pequeno porte, ainda enxergam sua página de Internet como algo “sobre” sua empresa. Porém, segundo ele, o site deve ser uma extensão da empresa. Nas palavras de McKee, “se o site é confuso, significa que você é confuso. Se é difícil de lidar, você é difícil de lidar”. Ao mesmo tempo, “se é bem organizado, inteligente e fácil de usar, a sua companhia também o é. Ao menos, é o que as pessoas irão achar”, continua o publicitário.

O colunista ainda considera que as pequenas empresas disponibilizam sites que não fazem jus à qualidade de seus serviços, pelo fato de desprezar a importância das páginas de Internet na divulgação e promoção de seu trabalho. Para demonstrar seu pensamento, ele dá exemplos de três sites de pequenas empresas norte-americanas, realizando análises sobre cada um deles.  Os sites possuem conteúdos diferentes entre si: um sobre bem-estar, outro de defesa pessoal e o último de filmes infantis.

Dicas práticas
Uma das principais dicas de McKee refere-se ao logo da empresa. “Eu costumo dizer a empresas que estão começando para não subestimar a necessidade de se fazer um logo profissional da companhia.”
Além disso, McKee constatou que, enquanto alguns websites priorizam demais o layout – em detrimento do conteúdo –, outros pecam pelo “desleixo” no design – tanto na qualidade do logo e quanto das imagens.
O olhar de McKee é apurado, e certamente bate com o do usuário que navega nos milhões de sites disponíveis na rede.
Qual a importância desse tipo de avaliação em seu site? Ele não estaria com defeitos aparentemente imperceptíveis ao administrador, porém visíveis ao internauta? Esses pequenos erros não seriam fatais para que seu website esteja em baixa nos search engines, como o Google?

Essas e outras questões devem ser analisadas criticamente pelos donos das empresas, uma vez que o website é a extensão da empresa, e não apenas um complemento de marketing de sua companhia.

Steve McKee é presidente do McKee Wallwork Cleveland Advertising, agência de publicidade especializada em trabalhar com companhias cuja marca está em defasagem no mercado.

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