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Categoria 'Comportamento'

Vinte e seis senadores querem liberar web em 2010

A maior bancada da Casa, o PMDB, deve ser o fiel da balança na votação de amanhã no plenário. O partido ainda não fechou uma posição sobre o assunto.

O Senado tem 81 senadores, 19 deles do PMDB. Para derrubar as restrições à internet, é necessário a maioria do total. No mínimo 41 votos.

“Acho muito difícil regulamentar a internet”, disse o líder do partido, Renan Calheiros (PMDB-AL) ao UOL Notícias na manhã desta segunda-feira. “Mas a questão [de votar ou não nas restrições] ainda está aberta no PMDB. Vamos conversar antes da votação”.

Os líderes dos outros 3 maiores partidos da casa (DEM, PSDB e PT) já declararam ser favoráveis à derrubada do artigo que restringe a liberdade de expressão na web.

Apesar dos líderes serem contrários às restrições, PSDB e DEM deixarão a questão em aberto para que cada senador vote como desejar. Alguns deles ainda decidem como votarão amanhã.

O UOL Notícias acompanhará a votação desta terça-feira ao vivo. Depois, será publicado como votou cada senador.

Pela proposta de Marco Maciel (DEM-PE) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG), os sites estarão proibidos de “dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação, sem motivo jornalístico que justifique”. Ou seja, estarão impedidos de declarar apoio a um ou outro candidato.

O direito de resposta estará previsto em qualquer blog de pessoa física, no Twitter e em redes sociais como Orkut e Facebook.

Os sites terão de seguir as mesmas regras de debate aplicadas à TV e Rádio. Terão de chamar ao menos dois terços dos candidatos e todos integrantes de partidos que tem ao menos 10 deputados federais.

Emendas propostas pelos senadores Aloizio Mercadante (PT-SP), Álvaro Dias (PSDB-PR) e Romero Jucá (PMDB-RR) revogam totalmente as restrições previstas por Maciel e Azeredo.

Caso a proposta seja votada, as novas regras não entram imediatamente em vigor. Para ter validade nas eleições de 2010, o projeto precisa ser aprovado no plenário do Senado, voltar à Câmara dos Deputados, ser sancionado pelo presidente Lula e ser publicado no Diário Oficial até o dia 3 de outubro – exatamente um ano antes da próxima eleição.

Veja abaixo a lista de senadores que querem derrubar as restrições e o e-mail daqueles que não declararam como votarão:

Quem vota para manter a restrição à web:

Marco Maciel (DEM-PE) – marco.maciel@senador.gov.br

Eduardo Azeredo (PSDB-MG) – eduardoazeredo@senador.gov.br

Quem vota a favor de derrubar a restrição à web:

Demostenes Torres (DEM-GO) – demostenes.torres@senador.gov.br

José Agripino (DEM-RN) – jose.agripino@senador.gov.br

Raimundo Colombo (DEM-SC) – raimundocolombo@senador.gov.br

Cristovam Buarque (PDT-DF) – cristovam@senador.gov.br

Osmar Dias (PDT-PR) – osmardias@senador.gov.br

José Sarney (PMDB-AP) – sarney@senador.gov.br

Pedro Simon (PMDB-RS) – simon@senador.gov.br

Romero Jucá (PMDB-RR) – romero.juca@senador.gov.br

Francisco Dornelles (PP-RJ) – francisco.dornelles@senador.gov.br

Renato Casagrande (PSB-ES) – renatoc@senador.gov.br

Álvaro Dias (PSDB-PR) – alvarodias@senador.gov.br

Arthur Virgílio (PSDB-AM) – arthur.virgilio@senador.gov.br

Aloizio Mercadante (PT-SP) – mercadante@senador.gov.br

Augusto Botelho (PT-RR) – augusto.botelho@senador.gov.br

Delcídio Amaral (PT-MS) – delcidio.amaral@senador.gov.br

Eduardo Suplicy (PT-SP) – eduardo.suplicy@senador.gov.br

Expedito Júnior (PR-RO) – expedito.junior@senador.gov.br

Fátima Cleide (PT-RO) – fatima.cleide@senadora.gov.br

Garibaldi Alves Filho -(PMDB-RN) garibaldi.alves@senador.gov.br

João Pedro (PT-AM) – joaopedro@senador.gov.br

Paulo Paim (PT-RS) – paulopaim@senador.gov.br

Tião Viana (PT-AC) – tiao.viana@senador.gov.br

Marina Silva (PV-AC) – marinasi@senado.gov.br

Sérgio Guerra (PSDB-PE) – sergio.guerra@senador.gov.br

Ideli Salvatti (PT-SC) – ideli.salvatti@senadora.gov.br

Gim Argello (PTB-DF) – gim.argello@senador.gov.br

Senadores que não declararam como votarão:

Adelmir Santana (DEM-DF) – adelmir.santana@senador.gov.br

Antonio Carlos Júnior (DEM-BA) – acmjr@senador.gov.br

Efraim Morais (DEM-PB) – efraim.morais@senador.gov.br

Eliseu Resende (DEM-MG) – eliseuresende@senador.gov.br

Gilberto Goellner (DEM-MT) – gilberto.goellner@senador.gov.br

Heráclito Fortes (DEM-PI) – heraclito.fortes@senador.gov.br

Kátia Abreu (DEM-TO) – katia.abreu@senadora.gov.br

Maria do Carmo Alves (DEM-SE) – maria.carmo@senadora.gov.br

Rosalba Ciarlini (DEM-RN) – rosalba.ciarlini@senadora.gov.br

Inácio Arruda (PcdoB-CE) – inacioarruda@senador.gov.br

Flávio Torres (PDT-CE) – flaviotorres@senador.gov.br

Jefferson Praia (PDT-AM) – jefferson.praia@senador.gov.br

João Durval (PDT-BA) – joaodurval@senador.gov.br

Almeida Lima (PMDB-SE) almeida.lima@senador.gov.br

Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) geraldo.mesquita@senador.gov.br

Gerson Camata (PMDB-ES) – gecamata@senador.gov.br

Gilvam Borges (PMDB-AP) – gilvamborges@senador.gov.br

Jarbas Vasconcelos (PDMB-PE) – jarbas.vasconcelos@senador.gov.br

Leomar Quintanilha (PMDB-TO) – leomar@senador.gov.br

Lobão Filho (PMDB-MA) – lobaofilho@senador.gov.br

Mão Santa (PMDB-PI) – maosanta@senador.gov.br

Mauro Fecury (PMDB-MA) – webmaster.secs@senado.gov.br

Neuto De Conto (PMDB-SC) – neutodeconto@senador.gov.br

Paulo Duque (PMDB-RJ) – paulo.duque@senador.gov.br

Renan Calheiros (PMDB-AL) – renan.calheiros@senador.gov.br

Valdir Raupp (PMDB-RO) – valdir.raupp@senador.gov.br

Valter Pereira (PMDB-MS) – valterpereira@senador.gov.br

Wellington Salgado (PMDB-MG) – wellington.salgado@senador.gov.br

César Borges (PR-BA) – cesarborges@senador.gov.br

João Ribeiro (PR-TO) – joaoribeiro@senador.gov.br

Magno Malta – (PR-ES) magnomalta@senador.gov.br

Marcelo Crivella (PRB-RJ) – crivella@senador.gov.br

Roberto Cavalcanti (PRB-PB) – robertocavalcanti@senador.gov.br

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) – antval@senador.gov.br

Cícero Lucena (PSDB-PB) – cicero.lucena@senador.gov.br

Flexa Ribeiro (PSDB-PA) – flexaribeiro@senador.gov.br

João Tenório (PSDB-AL) – jtenorio@senador.gov.br

Lúcia Vânia (PSDB-GO) – lucia.vania@senadora.gov.br

Marconi Perillo (PSDB-GO) – marconi.perillo@senador.gov.br

Mário Couto (PSDB-PA) – mario.couto@senador.gov.br

Marisa Serrano (PSDB-MS) – marisa.serrano@senadora.gov.br

Papaléo Paes (PSDB-AP) – gab.papaleopaes@senado.gov.br

Tasso Jereissati (PSDB-CE) – tasso.jereissati@senador.gov.br

José Nery (PSOL-PA) – josenery@senador.gov.br

Serys Slhessarenko (PT-MT) – serys@senadora.gov.br

Epitácio Cafeteira (PTB-MA) – ecafeteira@senador.gov.br

Fernando Collor (PTB-AL) – fernando.collor@senador.gov.br

João Vicente Claudino (PTB-PI) – j.v.claudino@senador.gov.br

Mozarildo Cavalcanti – (PTB-RR) mozarildo@senador.gov.br

Osvaldo Sobrinho (PTB-MT) – webmaster.secs@senado.gov.br

Romeu Tuma (PTB-SP) – romeu.tuma@senador.gov.br

Sérgio Zambiasi (PTB-RS) – zambiasi@senador.gov.br

Flávio Arns (Sem partido-PR) – flavioarns@senador.gov.br

Publicidade na web funciona mesmo quando nao e clicada

Uma pesquisa da empresa norte-americana comScore, que mede a audiência na internet, mostrou que anúncios no formato de banner têm o mesmo impacto quando não são clicados. O levantamento analisou 139 campanhas publicitárias.

Segundo informações do UOL, a comScore utilizou dos grupos de internautas: o grupo de controle (que não foi exposto aos anúncios online) e o grupo de teste (que foi exposto).

Com os banners online o número de pessoas que acessaram o site dos anunciantes cresceu 66,6%, em comparação com o grupo dos que viram e dos que não viram a peça. Depois do início da campanha, a pesquisa apontou que o impacto continuou.

Após quatro semanas da primeira exibição, com a publicidade online o site dos anunciantes aumentou em 45,7% seu número de visitas. Cerca de 6,6% do grupo que teve contato com o anúncio visitou o site e 4,5% dos que não viram também visitou.

Buscas na internet

Com os banners crescem as buscas pelas marcas anunciadas na rede, com ferramentas como o Google. Entre os que não foram expostos à propaganda online, 0,2% buscaram a marca em questão e 0,3% dos que foram expostos pesquisaram, um aumento de 50%.

As vendas online cresceram 27% com os banners. Para cada 1.000 usuários que não viram as peças, as vendas chegaram a US$ 994. No outro grupo, o valor chegou US$ 1.263.

Os anúncios também aumentaram as vendas no meio offline, cerca de 16,6%. Chegou em US$ 9.905 entre os que não foram expostos e US$ 11.500 entre os que viram.

Redação Adnews

Hyperlocal – Interatividade com o seu bairro

Diversas maneiras de publicar uma notícia têm sido utilizadas constantemente em uma era em que a internet é fundamental. Já vimos blogs de empresas, jornalistas e usuários, temos os históricos e atuais jornais, portais, o Twitter que levou um tempo para se firmar de vez aqui no Brasil, mas que agora obteve um aumento de 96,8% de tráfego somente no mês de março, e mais uma tendência estará chegando para incrementar o fluxo de notícias.

“Hyperlocal” é um novo modo de transmitir notícias, curiosidades e informações relevantes, para um público específico. Saber o que acontece em seu bairro tem atraído pessoas que antes precisavam se locomover para ir atrás do que queriam. Sites americanos como EveryBlock (www.everyblock.com), Outside.in (outside.in), Placeblogger (www.placeblogger.com) e Patch (www.patch.com) estão fazendo sucesso, pois divulgam informações que geralmente os jornais de grande porte não divulgariam, como o que está acontecendo ao seu redor, guia de restaurantes inspecionados, shoppings, imóveis a venda, obituários, além de links de artigos com notícias interessantes.

Um jeito diferente de dissipar uma informação relevante para um público específico. No EveryBlock você pode selecionar uma cidade, digitar seu endereço e logo em seguida ver tudo o que acontece perto de você. Notícias em tópicos ajudam o usuário a visualizar melhor o conteúdo, e ainda possui uma ferramenta que explora a sua cidade. No Outside.in os lugares são divididos em categorias como shoppings, restaurantes, cultura, educação, bares, espaços públicos e que, ao digitar o endereço, logo aparecerão as notícias relacionadas ao lugar que você digitou.

O Placeblogger e o Patch são os mais interativos. As pessoas estão localizadas em diferentes lugares, por isso é importante ter esses sites que postem assuntos relevantes aos diversos públicos localizados em cada região. O Placeblogger traz um mecanismo de RSS que ajuda você localizar blogs em função da sua localização, o que proporciona uma pesquisa mais restrita. O Patch traz informações a respeito de crimes no seu bairro, obituários, teatros, músicas, ações governamentais na região e notícias. Para cada lugar procurado, o endereço do local aparece em um mapa que mostra a distância que será percorrida. Cada um com sua peculiaridade, mas todos com grande atuação no mais novo mercado de notícias.

Há tempos empresas têm tentado evoluir esta idéia para atrair anunciantes, mas o crescimento das notícias personalizadas se deu há poucos anos. A transição entre as notícias de antigamente e as de agora abre portas para novos caminhos de divulgação, mas assim como uma mídia tradicional, é necessário que haja receitas suficientes para manter um site no ar. Um ponto negativo é o fato de o site ser destinado a um número pequeno de pessoas, e com isso o acesso às notícias também diminui, o que causa a escassez de anunciantes. Para isso é necessário que tenha um fluxo maior de leitores.

Apesar do difícil acesso às grandes publicidades, pequenas empresas têm investido fortemente neste segmento. Por ser em site e visto por poucas pessoas (comparado a jornais), empresas de cada bairro buscam esse tipo exposição, pois o retorno é grande. Lojas de roupas, sapatos, funilarias e até padarias colocam sua propaganda chamando a atenção dos usuários de sua região. Com recursos ilimitados e em constante transformação, os sites podem ser pesquisados também pelos celulares. Um celular que possui GPS, por exemplo, pode ajudar o leitor a encontrar artigos que estão disponíveis nas localizações determinadas.

Com tanta tecnologia e inovação, é possível gerar dúvidas a respeito da continuidade dos jornais tradicionais. O novo gerador de notícias às vezes possui uma ou outra informação incompleta. O intuito é fornecer subsídios que um jornal grande não conseguiria captar, e chamar a atenção do público interessado com o que ocorre ao seu redor, mas a credibilidade sempre será um ponto a mais para as mídias impressas não desaparecerem.

Fonte: Imasters

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